quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

eu queria ser:

Anne Sofie von Otter
Erlkönig (F. Schubert)

domingo, 9 de dezembro de 2007

revival

estava eu a visitar meu antigo blog e me deparei com um texto que eu gosto muito e que teve muito significado pra mim, achei por bem então (re)postá-lo, embora nada de bom deva acontecer com aquele que resolver abrir antigas feridas.

e era ela só.

desde que resolveu que ia se descobrir. quantas vezes terá que ouvir o requiem e ler os pensamentos de alguém que conheceu tão bem e destruiu em sua frente, sem fazer nada, se escondendo no medo, afinal convenhamos: não é um grande frango?

pó pó pó.

mas não seria humana se tivesse reconhecido seu erro a tempo. tentou de todas as maneiras fugir da realidade, do que é, do que sente. pela outra, a outra, a mesma. do que ela foi e sempre será e sabe deus porque!

deus e mãe dinah. ah, essa mulher sabe das coisas.

(nesse ponto, você, leitor, já sacou que a ironia é a minha característica mais latente)

e sem a sensação do fatídico tarde demais, do dramático e agora? e do famigerado vazio no peito o que seria dos grandes inspirados wannabe escritores e sanguíneos no geral?

queria ter escrito mais bonito, mais poético, mais digno dela. mas conseguiu que saísse verdadeiro.

e considerou ser o bastante.