e era ela só.
desde que resolveu que ia se descobrir. quantas vezes terá que ouvir o requiem e ler os pensamentos de alguém que conheceu tão bem e destruiu em sua frente, sem fazer nada, se escondendo no medo, afinal convenhamos: não é um grande frango?
pó pó pó.
mas não seria humana se tivesse reconhecido seu erro a tempo. tentou de todas as maneiras fugir da realidade, do que é, do que sente. pela outra, a outra, a mesma. do que ela foi e sempre será e sabe deus porque!
deus e mãe dinah. ah, essa mulher sabe das coisas.
(nesse ponto, você, leitor, já sacou que a ironia é a minha característica mais latente)
e sem a sensação do fatídico tarde demais, do dramático e agora? e do famigerado vazio no peito o que seria dos grandes inspirados wannabe escritores e sanguíneos no geral?
queria ter escrito mais bonito, mais poético, mais digno dela. mas conseguiu que saísse verdadeiro.
e considerou ser o bastante.
2 comentários:
... a história de uma galinha?
pobre galinha.
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